Quarta-feira, Julho 15, 2009

São Paulo sem frescura


O negócio por aqui é sem frescura.
* E Sabrina (que não é a loira do anúncio) estava ligando pro Acre.

Quarta-feira, Julho 08, 2009

E a trilogia se completa!


- Que barulho é esse?
-É o vento, falando com a gente...
- E o que ele tá dizendo?
- Não sei, eu não falo ventanês!


*Diálogo do filme


Vi domingo. A Era do Gelo 3 não supera o primeiro, mas traz novos personagens, uma história inesperada, diálogos engraçados e as famosas aventuras do Scrat.

Domingo, Julho 05, 2009

"Eu quero me trepar num pé de coco"


Fabiana diz que tenho mania de racionalizar tudo. Ela tem razão.
Chegando ao Arraial Cultural eu só conseguia me perguntar quem foram os responsáveis por cortar, pregar e pendurar as 317 mil bandeirinhas coloridas. Ficou lindo demais, mas deve ter dado um trabalho desgraçado.
Ainda pensando em números, também queria saber quem foi o sortudo que ganhou a licitação da chita e do TNT, porque haja pano, meu amigo.


Esse ano o Arraial trouxe um ‘velho’ conhecido: Moraes Moreira. Fui ao show pagar uma dívida adquirida nas férias do ano passado, que gerou um ‘quase mico’ no shopping de Recife. Entretanto, só eu parecia ter compromisso com o Moraes. “Pense num público desanimado...”. O homem tentou de tudo quanto foi jeito, mas no fundo ele deveria estar pensando “Esse é o público mais broxante que já vi na vida”.

Não fosse a galerinha do governo dar uma animada lá na frente e ensaiar uns passos de quadrilha, eu diria que o show foi um fracasso em termos de ‘resposta de público’, mas isso certamente não estará nos jornais de terça-feira. São só impressões infundadas de uma pseudo-jornalista, falsa aliada e zaz zaz zaz.

Quinta-feira, Julho 02, 2009

Enquanto isso, no celular da fiRma...

-Alô (eu)
-Oi, eu queria falar com o José?
- Foi engano, senhora. Esse celular não é do José.

Minutos depois...

-Fia, chama o José aí pra mim só um instantinho, pufavor!
-FIA, ESSE CELULAR NÃO É DO JOSÉ!
-E como ele me deu esse número?
- Deu errado, ora bolas.

Meia hora depois...

-Maninha, chama o José, pufavor. Eu não sou nada dele não, é meu tio que quer falar com ele.
Eu, incrédula:
- Moça, esse celular é do trabalho. Eu não conheço nenhum José!
- E o José é INDIOTA por acaso, pra me dar o número errado?
-É!
-Tu é palhaça....
- Haha

Pensou que ia parar por aí, né? Eu também, mas brasileiro não desiste nunca. Toca o celular outra vez.

- Oi, eu queria falar com o José.
- Tu quer falar com ele? Vou chamar!

Passo o celular para o meu primo...

- Oi...
- NEGO VÉI, QUEM É ESSA MULHER?
- Nega véia, é minha gata!
- Que gata?
-Uma gata de fora aí que eu arrumei...
-E onde é que tu tá?
-Ah, não posso falar não, porque depois tu vem aqui e vai querer dar barraco...
- Hein, onde é que tu tá?
-Ó, vou ter que desligar...Depois eu te ligo, tá?
- Tá.
-Tchau

*Eu daria tudo pra ver o reencontro do José com essa mulher. Tenho pena dele!

Somewhere Over The Rainbow

O pote de ouro está por aquelas bandas

Quarta-feira, Julho 01, 2009

Da injustiças da vida


Viver em um mundo de destros é um desafio diário. É ter limitações na hora de fazer um brigadeiro de panela e não conseguir abrir a lata de leite condensado, porque o abridor de latas convencional não foi projetado para uma pessoa que utiliza a mão esquerda na maioria das atividades.

É ter que pedir uma carteira canhota sempre que entrar em uma sala de aula e ter que suportar imposições sociais constantes, como se submeter a colocar o copo no lado direito da mesinha do avião, porque eles marcam o lugar.

O consolo é que não estou sozinha neste lado das coisas. Imagino as dificuldades que Leonardo da Vinci, Michelangelo e Pablo Picasso tiveram que enfrentar numa época cheia de preconceitos, os malabarismos que Jimi Hendrix e Kurt Cobain fizeram para tocar direitinho e o quanto o mestre Marshall McLuhan teve que se impor para provar que “O meio é a mensagem”.

Em muitas línguas, ‘canhoto’ é sinônimo de desastrado e inábil. Com relação a desastres eu posso até confirmar a teoria, mas eu consigo fazer coisas bem úteis com a mão esquerda. Uma delas delas é usar os talheres como pede a boa etiqueta. Infelizmente a prática só é reconhecida pela Gloria Kalil e pela Fabiana.

Outro benefício que esta vida me proporciona é que minha mãe nunca deixa eu varrer a casa, porque não suporta ver minha total inabilidade com a vassoura.

Agora o que me tira do sério nisso tudo é quando alguém vai dar orientações de direção pra uma pessoa que nunca sabe distinguir o lado esquerdo do lado direito e diz: “Direita é a mão que tu escreve”, como se fosse uma lei universal de direcionamento e os canhotos que se tivessem que se adaptar.

É por isso que no dia 13 de agosto, Dia Internacional dos Canhotos, vou às ruas protestar. Quem tá comigo levanta a mão (esquerda)!


Foto: Caio Esteves/Folha Imagem


Texto legal sobre o assunto: Canhoto enfrenta o "ser gauche na vida"

Domingo, Junho 28, 2009

Tá contigo!

Voltei a minha vida de assessora de imprensa, dos releases, do (quase sempre) bom relacionamento com os colegas de profissão e, agora, do quebra galho.
Semana passada me vi numa daquelas situações em que alguém toca teu ombro, diz “tá contigo” e sai correndo.
E foi nessa mesma brincadeirinha sem graça que minutos depois me vi em frente a um púlpito, com microfone na mão, tremendo mais que vara verde e dizendo “Senhoras e senhores, bom dia!”
Ao contrário dos que muitos pensam, nem toda criatura que faz jornalismo tem vocação para Fátima Bernardes e eu, definitivamente, não me sinto à vontade nesse papel. Estava acompanhando o presidente da instituição que assessoro em uma assinatura de um convênio e o cerimonalista do evento faltou. Em momentos como estes, o que vale é a lei do “Só tem tu, vai tu mesmo”.
Tentei me portar da forma mais cerimonial possível, li tudo o que estava no roteiro, levantando a cabeça simpaticamente para público e consegui fazer (quase) tudo certo.
Nos intervalos das minhas falas, sacava a câmera fotográfica e tirava algumas fotos, porque, como era de se esperar, não havia ninguém para me substituir na função de assessora e eu ia acabar me atrapalhando.
As coisas deram certo até o momento em que a opoiei o microfone no púlpito pra tirar uma foto e ele saiu rolando até cair do chão e fazer um barulho tremendo. É claro que nessa hora todos os olhares se lançaram em minha direção, então eu ri amarelamente, todo mundo me acompanhou e a programação seguiu seu curso normal.

Sexta-feira, Junho 19, 2009

Dos documentos oficiais

Organização Pró Benefício das Jornalistas Diplomadas
Coordenadoria de Encontros de Futuras Tchuras Cozinheiras

OF.CIRC.Nº01/2009

Rio Branco, 19 de junho de 2009


Prezadas tchuras,

É com ansiedade e satisfação que venho documentar o nosso encontro nesta sexta-feira, 19 de junho de 2009, no Mercado Velho, às 17h30min. O evento foi organizado pela Renata e ratificado por nossa promotora de assuntos tchurísticos, Nattércia Damasceno, com o intuito de rever as amigas tão estimadas do tempo de faculdade, bem como colocar as fofocas e assuntos de cunho macarrônico em dia. É importante ressaltar que também estará em pauta tudo o que for possível em matéria de frivolidades.
Aproveito para reiterar-lhes votos de consideração e apreço,
Fabiana Mesquita Fonseca
Tchura mais séria e responsável de todas
ÀS TCHURAS JORNALISTAS E FUTURAS COZINHEIRAS, SEGUNDO O STF
GEISY, NATTÉRCIA, RENATA, PAULA AMANDA E JULIANA